O mercado de trabalho está crescendo e com ele, cada vez mais portas e oportunidades estão se abrindo. Com um maior número de colaboradores de uma empresa, é preciso ficar atento às contratações, principalmente se o número de trabalhadores for elevado.
Uma empresa que tiver cem ou mais funcionários, ela torna-se obrigada a reservar de 2% a 5% de suas vagas para deficientes. Em São Paulo, de dez empresas fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho do Estado de SP, quatro não cumprem a lei de cotas.
Segundo dados apontados pela Folha, de 6.682 empresas paulistas fiscalizadas, nos últimos cinco anos, 41% estão irregulares e 59% cumprem a legislação. O ideal seria que 11.951 empresas (fiscalizadas e não fiscalizadas) cumprissem a lei. Com isso, o número de vagas para deficientes seria de 221.068.
“Hoje, a inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais não deveria ser realizada somente pela exigência de alguma lei, mas, pela responsabilidade que a organização tem em respeitar e ajudar a readaptação de uma pessoa na vida profissional. Mostrar que a acessibilidade não consiste na facilidade de acessos e de uso de ambientes, mas, a acessibilidade humana x integração”, ressalta a administradora e tutora do Portal Educação, Mônica Vargas.
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