Após o parto todas as mães têm uma missão muito importante: realizar o teste da orelhinha nos bebês. A triagem auditiva neonatal é conhecida como a avaliação da audição em recém-nascidos, indicada por instituições do mundo todo para diagnóstico precoce de perda auditiva, uma vez que sua incidência, na população geral, é de um a dois por mil nascidos vivos.
Com duração de três a cinco minutos, o teste já detecta se há ou não algum problema. A técnica mais utilizada para a triagem auditiva neonatal é o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas - EOAs. Feito durante o sono natural, com a colocação de um fone externamente na orelha do bebê, consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno (eco), sendo registrado no computador se as partes internas da orelha (cóclea) estão funcionando, sendo então emitido um gráfico com o resultado do exame.
É recomendado que as mães realizem os exames em seus filhos até os três meses de vida, para que se possam detectar perdas precoces. Quanto mais tarda o exame, mais difícil fica o combate a essa deficiência. O problema auditivo afeta o aprendizado e a linguagem, e isso pode ser um ponto essencial para que o filho desenvolva rapidamente.
Segundo a tutora do Portal Educação, fonoaudióloga Carolina Cysne, o teste da orelhinha é um exame indolor e eficiente. “O mais importante é que as crianças podem ser encaminhadas para avaliação otológica e audiológica completas para ser mais bem-diagnosticadas”, aponta Cysne.
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